Marina S. Alves

A minha vida em relação a fotografia se tornou inseparável da percepção de sua dimensão política e seu poder narrativo subliminar, arma da escolha, assim com disse o fotógrafo norte americano Gordon Parks. Hoje, considero que estou concebendo um acervo de fotografias documental que tem por objetivo visibilizar as pautas dos movimentos sociais principalmente, movimento negro e de mulheres que desde o primeiro momento, o ato fotográfico, se pretende um elogio à memória e a contribuição de todas e todos que lutam por um mundo sem racismo e anti-patriarcal.

Onze anos de experiência em fotografia, principalmente do gênero documental e fotojornalístico. Em 2017, atuei como operadora de câmera no curta Tia Ciata, premiado em festival nacional e internacional (Encontro de cinema negro Zózimo Bulbul e Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro).

Atuação como fotógrafa de projetos da Anistia Internacional, como exemplo, Jovem Negro Vivo e Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência e nos projetos Hub das Pretas realizado pelo Instituto Brasileiro de Análise Social e Econômica(Ibase) patrocinado pela Oxfam internacional.

Fotógrafa e operadora de câmera no núcleo Agoyá de criaçao e produçao audiovisual.

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https://grafias.46graus.com/portfolio/



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