Larissa Pinto

Sou formada em Jornalismo, pela Universidade Federal de Ouro Preto.

Diretora, produtora, cinegrafista e editora do curta documental "Chega de sofrer calada” (2019), produzido através do Jornal A Sirene, veículo de comunicação dos(as) atingidos(as) pelo rompimento da Barragem de Fundão, das mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton.


Sinopse:

Além do desafio de não serem reconhecidas como trabalhadoras pelas empresas causadoras dos danos (Samarco, Vale e BHP Billiton) ao serem consideradas como dependentes dos maridos dentro do processo de cadastramento, as mulheres também sofrem com o assédio dos trabalhadores das terceirizadas contratadas para atuar nas comunidades. A chegada de tantos homens nas cidades atingidas alterou - e ainda altera - o cotidiano das mulheres e trouxe novos problemas para regiões que já sofreram tanto com o crime das mineradoras. Para proteger as mulheres, optamos por manter suas identidades em sigilo, assim como as cidades e as comunidades das quais fazem parte. Todos os nomes usados nesta reportagem são fictícios.

Editora da web série “Em nome do mar, do rio e do Espírito Santo” (2019), produto jornalístico sem fins lucrativos produzido pelo Jornal A Sirene e financiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos, a partir de edital.
Sinopse:

Passaram-se três anos desde a chegada dos rejeitos da Samarco ao mar do Espírito Santo. Desde então, as populações litorâneas do estado vivem um cotidiano alterado pela lama e agravado pela insuficiência da reparação conduzida até o momento.

Diretora, produtora, pesquisadora, cinegrafista e editora do documentário “Quem mora na Prainha?” (2017), produto jornalístico sem fins lucrativos desenvolvido como trabalho de conclusão de curso.
Sinopse:

Um resgate às identidades marginalizadas, o documentário mostra as realidades vividas no bairro Santo Antônio, mais conhecido como Prainha e busca retratar quem são as pessoas que integram a comunidade que deu origem à Mariana e enfrentam o preconceito da cidade diariamente.

Diretora e editora do curta experimental "Da criação ao Caos" (2017).
Sinopse:

O filme utiliza de imagens de filmes majoritariamente brasileiros e satiriza as invenções humanas, contrastando-as com a criação divina.

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