Cibele Appes

Cibele Appes é uma artivista audiovisual e atua em muitas áreas do audiovisual, buscando sempre a potência transformadora dessa linguagem.

Atua como instrutora audiovisual nas Oficinas de cinema Kinofórum.

Em 2018, dirigiu ao lado de Lucas Kakuda o clipe "Pra quem duvidou", do grupo que fez a primeira cyfer gay da América Latina.

Fez assistência de direção e montagem do curta-metragem "A mulher que não sabia de si", filmado em Brasília.

Montou o longa-metragem “Chega de fiu-fiu”, que fala sobre o assédio nos espaços públicos.

Fez a direção, fotografia e montagem dos vídeos que são projetados no novo espetáculo do Coletivo Negro sobre a afetividade LGBTQ negra, chamado “F.A.L.A – Fragmentos Autônomos sobre liberdades Afetivas”, e operação dos vídeo-mappings.

​Em março de 2018, ministrou uma oficina sobre produção audiovisual para uma turma de vinte pessoas trans, no projeto da UNAIDS “Luz, câmera, zero discriminação”.

Em 2017, roteirizou, dirigiu, fotografou e montou a websérie documental de 10 episódios, “Nossa voz ecoa” com a artista Preta-Rara, que aborda temas como machismo, gordofobia, transfobia e racismo, que recebeu o prêmio de Melhor Sampa Série no São Paulo Webfest 2018.

Fotografa, monta, cria e opera vídeo-mappings em espetáculos como “Ida” do Coletivo Negro, intervenção “A missão”, da cia Os Crespos”, “Rubedo”, da cia de dança Siameses, “Silêncio” do núcleo de dança Rodarte, entre outros.

Fez direção, fotografia e montagem da web série “Menina no Quintal” de receitas veganas para internet.

Dirigiu, roteirizou, fotografou e montou alguns projetos autorais como os curtas “O Gosto do azedo”, “Alice no pais das Armadilhas” e o documentário “Pernoite”.

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